Morro do Leme

  Endereço  Praça Almirante Júlio de Noronha- Leme, RJ
  Distância Total  2,2 km
  Tempo Total  45min
  Elevação Máxima  125 metros
  Nível do Trajeto  Difícil

 

 

 


>A CHEGADA

       O Morro do Leme está inserido na APA do Leme, no Leme, bairro vizinho à Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

          Há muitas maneiras de chegar até lá: carro, ônibus, a pé, bicicleta, entre outras; Basta seguir por toda a extensão da Av. Atlântica, que beira a orla de Copacabana (no sentido Urca) até o fim. A Pedra do Leme está bem no final da praia e é visível de toda a praia de Copacabana

          A trilha começa dentro do Centro de Estudos de Pessoal do Exército- CEP*, na Praça Almirante Júlio de Noronha. A entrada custa em torno de R$4,00 das Quartas aos Domingos, mas é grátis às Terças (aberta à visitação das 09h30h às 16h30). Há, ainda, a possibilidade de utilização de transporte motorizado para pessoas com dificuldades de locomoção (perguntar na bilheteria).

Entrada do CEP

>A TRILHA

       A “trilha” é na verdade uma estrada de pedras denominada “Caminho dos Pescadores Ted Boy Marino“, uma subida um pouco íngreme e sinuosa que leva até o Forte Duque de Caxias* (Forte do Leme), localizado no topo do Morro do Leme

                 A subida leva em torno de 20 minutos e é bem tranquila, toda arborizada, bem sinalizada, com muitas lixeiras e com a presença de muitas espécies de pássaros e plantas, bem como muitos micos. Chegando ao topo, há uma boa estrutura pros visitantes, com bebedouro, banheiros e bancos pra descansar diante de uma bela vista.

Bandeira do Brasil no topo do Morro do Leme

         O visual lá de cima é belíssimo, principalmente do alto do Forte, de onde se tem uma visão panôramica da Zona Sul da cidade; de um lado toda a Praia de Copacabana, Morro da Babilôniae ao fundo, Morro Dois Irmãos e Morro do Corcovado*; do outro lado, a impressionante imagem que se tem do Morro Pão de Açúcar*.

Morro do Pão de Açúcar ao fundo

OBS: Ainda, pra quem se interessa, dentro do Forte há algumas atrações que trazem um pouco da história do surgimento do Forte Duque de Caxias e da cidade do Rio de Janeiro. 

>CONSIDERAÇÕES FINAIS*

Abaixo disponibilizo algumas considerações e curiosidades sobre esses locais:

Centro de Estudos e Pessoal (CEP): “é uma instituição de ensino do Exército Brasileiro. Mais do que uma escola, comporta áreas diversificadas consideradas vetores de sua atuação: Ensino, Pesquisa, Avaliação Psicológica e Preservação Ambiental e Histórica. Mantém, também, relacionamento com diversos públicos e segmentos da sociedade, como estabelecimentos de ensino, empresas, dentre outros, ultrapassando as atividades exclusivamente de âmbito militar.(Fontehttp://www.cep.ensino.eb.br)

Forte Duque de Caxias (Forte do Leme):O Forte foi originalmente construído entre 1776 e 1799 por ordem do Marquês do Lavradio, quando o Brasil ainda era parte do Império Português. Era conhecido como o Forte do Vigia pois sua missão, devido a sua localização, era avistar antecedência naves invasoras e avisar as Fortalezas de Santa Cruz e do Rio de Janeiro (na Urca). Um portal de passagem pedra ainda pode ser visto no topo da Ladeira do Leme. O Forte foi reformado em 1895 e rebatizado Forte do Leme. Em 1935 foi renomeado como Forte Duque de Caxias, como homenagem a este grande general brasileiro.

O forte está preservado como era nos anos 20. A fortaleza era parte do sistema defensivo da capital federal. Ficava estrategicamente localizada, e construída em forma de bunker, com grossas paredes e tetos. Pode-se caminhar por dentro e ver as diversas partes interiores, incluindo centro de controle, paiol de munição, estação de força e enormes canhões Krupp de 280mm que eram capazes de atingir areas adjascentes e navios a longa distância para proteger a costa da capital contra invasões em tempos passados. ” 

(Fonte: www.riodejaneiroaqui.com/portugues/copa_forte_leme.html)

Morro da Babilônia: é um morro localizado na divisa entre os bairros de Botafogo, Urca, Leme e Copacabana , na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Abriga duas favelas: a do Morro da Babilônia e a do Chapéu Mangueira. Também abriga uma área de proteção ambiental.

Pão de Açúcar: “Pão de Açúcar é um complexo de morros localizado no bairro da Urca e composto pelo morro do Pão de Açúcar (que dá nome ao complexo), morro da Urca e morro da Babilônia. Junto com a estátua do Cristo Redentor é o maior cartão-postal da cidade doRio de Janeiro e um dos mais famosos do Brasil. Pelas características únicas, margeado pelas águas da baía de Guanabara, constitui-se em uma referência turística internacional para a cidade.

Possui como atração complementar o passeio de teleférico, interligando a Praia Vermelha e o Morro da Urca ao Pão de Açúcar. Conhecido como Bondinho do Pão de Açúcar (http://www.bondinho.com.br/) o teleférico foi idealizado em 1908 e inaugurado em 1912, tornando-se o primeiro teleférico instalado no país e o terceiro do mundo. Nesses mais de noventa anos de existência, já transportou mais de trinta milhões de pessoas. Na última estação do bondinho tem-se a vista panorâmica das cidades do Rio de Janeiro e de Niterói.

O Morro do Pão de Açúcar, o mais alto do complexo, é constituído por um bloco único de gnaisse-granito com mais de seiscentos milhões de anos de idade, que surgiu da separação entre os continentes sul-americano e o africano, e que sofreu alterações por pressão e temperatura. Eleva-se a 395 metros acima do nível do mar. É rico em espécies de plantas rupícolas, estando presente em suas faces diversas espécies endêmicas de bromélias e orquídeas. A face sul é especialmente rica, praticamente toda tomada por um “tapete vegetal”, contrastando enormemente com a face norte que apresenta pouca vegetação em suas vertentes. É circundado por um resquício de Mata Atlântica. Em seu topo localiza-se a última estação do teleférico. O seu nome é explicado por alguns autores pela semelhança aos blocos cônicos formados pelo açúcar na fase da purga em sua fabricação, à época colonial.” (Fonte: www.wikipedia.com)

Corcovado:Antes chamado de Pináculo da Tentação pelos portugueses, o Corcovado era ponto turístico já em 1824, quando D. Pedro I mandou que fosse aberta uma trilha que ligava o Cosme Velho ao pico. A partir dessa época, a montanha tornou-se passeio obrigatório da Corte Portuguesa e até mesmo Charles Darwin usou a trilha para chegar ao Corcovado. Em 1884, D. Pedro II incrementou o passeio, inaugurando o Trem Turístico do Corcovado.” (Fonte: http://www.etrilhas.com.br/)

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