Morro da Taquara

 

  Endereço  Estrada da Cascatinha, 850 – Alto da Boa Vista, RJ
  Distância Total  7,5 km
  Tempo Total  3 horas  
  Elevação Máxima  814 metros
  Nível do Trajeto  Moderado / Difícil

 



>A CHEGADA

       O Morro da Taquara fica no interior da Floresta da Tijuca, no Parque Nacional da Tijuca – PNT*, no Alto da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro.

      Pra chegar até a trilha, é preciso subir o Alto da Boa Vista até a Praça Afonso Vizeu e seguir as placas em direção à guarita de entrada da Floresta da Tijuca.

      Dentro do Parque, subir pela estrada de asfalto, passando por alguns atrativos, como a Cascatinha Taunay* e a Capela Mayrink, até chegar a uma bifurcação em frente a uma imensa praça central. Siga à esquerda. (Se estiver de carro estacione à direita, próximo ao Centro de Visitantes, retorne e siga, a pé, pelo caminho da esquerda, onde tem placas indicando: Restaurante “Os Esquilos” / Saída). 

      Pra quem for de ônibus, o ideal é saltar na altura da Praça e andar até a trilha, que começa pouco depois do portão de entrada da Floresta (as linhas que passam por lá são 301, 302 e 345)

Cascatinha Taunay

OBS: Recomendo parar um pouco pra curtir o visual da Cascatinha Taunay, atração mais famosa da Floresta da Tijuca. O visual é incrível. Suas águas vêm do Rio Tijuca e o banho só é permitido após a ponte, no poço mais abaixo, por questões de segurança dos visitantes.

>A TRILHA

      O início da trilha, que é chamada de “Caminho da Cova da Onça” fica exatamente no meio de uma bifurcação, entre a estrada que leva até o Restaurante “Os Esquilos” e a estrada que leva pro Açude Solidão, já na saída do Parque.

Placa indicando o caminho para o Morro da Taquara

OBS: No início da trilha, há placas sinalizando o caminho a seguir, com a indicação da distância e algumas informações sobre atrativos que existem no caminho. Vale a pena dar uma olhada. Aliás, a trilha é toda muito bem sinalizada. Durante todo o percurso, há “marcas de pegada” na cor amarela (símbolo da Trilha Transcarioca*) indicando a direção correta. 

      Os primeiros 30 minutos da trilha são muito tranquilos – o caminho é praticamente plano – quase um “passeio no bosque”. O destaque fica para a divertida Ponte Pênsil, que fica em frente a uma cachoeira e auxilia os visitantes a atravessar por uma escorregadia Laje rochosa por onde escorre o Rio Humaitá. Esse primeiro trecho termina na Cova da Onça, que nada mais é do que uma cavidade na rocha, similar a uma “toca”. 

Ponte Pênsil no caminho para a Cova da Onça

     A partir desse ponto, a trilha se torna uma subida sinuosa bastante cansativa (não há pedras e raízes formando uma “escada natural” como geralmente ocorre, portanto esse trecho força muito o joelho). Esse segundo trecho termina numa placa com informações muito interessantes sobre a trilha, próximo a uma trilha antiga desativada, com galhos impedindo a passagem.

        Daí em diante, a subida se torna mais íngreme e desgastante. Em pouco tempo se chega a uma bifurcação. Seguindo reto não há sinalização alguma, trata-se de uma antiga trilha que leva até o Platô do Céu e Morro da Cocanha, completando um circuito. (só siga por ela se estiver acompanhado de alguém que conheça o caminho!). A trilha que leva ao Morro da Taquara fica à esquerda, como indicado nas placas.

     Esse último trecho é bem curto, mas bastante íngreme e escorregadio. Logo você alcança uma pequena clareira diante de uma bifurcação (às suas costas estará o grandioso Morro da Cocanha). À direita, uma descida leva aos Castelos da Taquara, a outra atração do local. À esquerda, subindo, seguimos para o Morro da Taquara e seus 814 metros de altitude. 

           Chegando ao topo do Morro da Taquara, você se surpreende com a imensidão verde que dá forma ao Parque Nacional da Tijuca e seus vastos atrativos. O topo consiste numa pequena e apertada abertura no meio da mata de onde é possível avistar a Pedra do Conde, Pico da Tijuca, o Morro do Corcovado e a Baía de Guanabara ao fundo.

Topo do Morro da Taquara (814 metros)

>CONSIDERAÇÕES FINAIS*

Abaixo disponibilizo algumas considerações e curiosidades sobre locais visitados e citados:

Parque Nacional da Tijuca (PNT): “Localizado no coração do Rio de Janeiro, com acesso pelas Zonas Norte, Sul e Oeste, o Parque Nacional da Tijuca (Parna Tijuca ou PNT) protege a maior floresta urbana do mundo replantada pelo homem, com uma extensão de 3.953 ha de Mata Atlântica. É o Parque Nacional mais visitado do Brasil, recebendo mais de três milhões de visitantes por ano, entre brasileiros e estrangeiros de todas as idades. 

Dividido em quatro setores – Floresta,Serra da Carioca, Pedra Bonita/Pedra da Gávea e Pretos Forros/Covanca, o PNT tem opções de programas para todos os públicos: desde áreas para piquenique e churrascos até voo livre, escalada, trilhas e outrasatividades. Entre os famosos cartões postais do país, estão o Morro do Corcovado, onde está localizada a estátua do Cristo Redentor, uma das sete maravilhas do mundo moderno, a Vista Chinesa, a Pedra da Gávea, o Parque Lage e as Paineiras.“. Horário de Funcionamento: 7h às 17h. (Fonte: http://www.parquedatijuca.com.br/)

Se você está interessado em ajudar o meio ambiente, o Parque oferece a oportunidade de qualquer pessoa se inscrever para a equipe de Voluntários do Parque, podendo atuar em diversas atividades semanais em diferentes localidades (Floresta da Tijuca, Corcovado ou Pedra Bonita/Pedra da Gávea) ou em mutirões que ocorrem mensalmente. Para mais informações, acesse o site oficial do PNT (Link acima) ou mande uma mensagem para nós.

Pedra do Conde: Antigamente conhecida como Pedra Redonda, a Pedra do Conde tem esse nome em homenagem a Aymar Marie Jacques Gestas, fazendeiro e comerciante de frutas, vinhos, café e licores exóticos na década de 1810. Dom Pedro I  tornou-se amigo do Conde Gestas, cativado pelos deliciosos morangos de sua propriedade, e também por sua prosperidade comercial. O Conde foi o introdutor do plantio de café que em algumas décadas devastou a floresta da Tijuca, levando ao seu replantio a 150 anos atrás.

Cascatinha Taunay:Formada pela queda das águas do Rio Tijuca (anteriormente chamado de Maracanã-Cachoeira), do Rio Conde e de outros afluentes.Em 1817, o artista Nicolas Antoine Taunay construiu uma pequena casa perto da cascatinha. Encantando com a beleza da queda d’água, pintou belíssimos quadros e tornou-se o grande anfitrião da floresta. A casa de Taunay foi demolida em 1946. No local, foi construído o restaurante Cascatinha, porém, hoje ele está desativado. A edificação está sendo usada como base de apoio da Guarda Municipal“.(Fonte: http://www.parquedatijuca.com.br/)

Capela Mayrink: A Capela foi construída em 1855, no seu interior estão réplicas de pinturas de Portinari. Ela foi construída na propriedade do maior banqueiro do período imperial que acabou indo a falência no episódio conhecido como a Crise do Souto. Em seguida a propriedade foi comprada pelo Comendador Mayrink e posteriormente desaproriada para fazer parte da Floresta. (Fonte: http:// www.etrilhas.com.br)

Trilha Transcarioca: “A Trilha Transcarioca fortalece a conservação e recuperação dos corredores verdes unindo as principais áreas de Mata Atlântica da cidade. Um caminhante poderá cruzar toda a cidade do Rio de Janeiro por trilhas, saindo da Restinga da Marambaia e chegar até o Pão de Açúcar. Centenas de voluntários acreditam e apóiam a concretização desse grande projeto. Você também pode ajudar a tornar este sonho realidade.” (Fonte:http://trilhatranscarioca.com.br/ )

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