Cachoeira Capão dos Palmitos – MG

Cachoeira do Capão

 

  Endereço  Serra do Cipó, Santana do Riacho – Minas Gerais
  Distância Total  9 km
  Tempo Total  3 h
  Elevação Máxima 
  Nível do Trajeto  Leve/Moderado

 

 

 

 


>A CHEGADA

       A Cachoeira Capão dos Palmitos fica dentro do Parque Nacional da Serra do Cipó*, na Serra do Cipó, no Distrito de Santana do Riacho em Minas Gerais.

     Para chegar até a Serra do Cipó, a partir da Rodoviária de Belo Horizonte, é preciso pegar um ônibus para Santana do Riacho (Ônibus diário da Saritur – tel: 31 3272-8525 – www.saritur.com.br). Chegando até a Serra do Cipó, será preciso andar em torno de 4 km por uma estrada de terra até a entrada do Parque.

Parque Nacional da Serra do Cipó
Parque Nacional da Serra do Cipó

      Caso opte por ir de carro, a partir de Belo Horizonte, o acesso é feito pela rodovia MG-010, passando por Lagoa Santa. Mais adiante, após a travessia de uma ponte sobre o Rio das Velhas, segue-se, então, em direção ao Distrito Serra do Cipó, município de Santana do Riacho. Então seguir até a entrada do Parque.

OBS: Chegando ao Parque é preciso se identificar e assinar alguns papéis antes de iniciar a trilha. A entrada é gratuita.

 

>A TRILHA

        A trilha é bem sinalizada por placas e demarcações. Apesar de leve, a trilha é bem cansativa, pois todo o trajeto é feito em meio à vegetação baixa o que expõe o corpo ao forte calor e os longos 9 km percorridos sob piso de pedras e cascalho são bem desgastantes.

OBS: É possível alugar uma bicicleta na entrada do Parque e seguir pedalando até a cachoeira.

Parque Nacional da Serra do Cipó
Parque Nacional da Serra do Cipó

      A cachoeira em si é pequena e sem graça, bem como o seu poço, mas é possível dar uma boa relaxada antes do retorno. 

Atenção: Quando estivemos lá havia muitas abelhas, um verdadeiro enxame. Não sei dizer se é frequente ou foi somente um caso isolado, mas é sempre bom ter cuidado! Principalmente as pessoas alérgicas.

>CONSIDERAÇÕES FINAIS*

     A Serra do Cipó está assentada na Serra do Espinhaço que divide duas importantes bacias hidrográficas brasileiras: a do São Francisco e a do Rio Doce. Para preservar toda esta riqueza natural, foi criado o Parque Nacional da Serra do Cipó em setembro de 1984 entre os municípios de Jaboticatubas, Santana do Riacho, Morro do Pilar e Conceição do Mato Dentro; ao de Belo Horizonte.

       O entorno do Parque se encontra em constante desenvolvimento, com obras visando melhorar a infraestrutura do local, no entanto, alguns serviços como transporte público continuam precários. Isso somado ao fato de que há muitas pousadas, mas poucas opções de campings dificulta bastante a vida dos mochileiros. 

          Um importante símbolo da Serra do Cipó é a estátua do Juquinha da Serra* no alto da serra, um dos pontos turísticos mais visitados da região. 

Juquinha da Serra: “José Patrício, ou Juquinha, como era conhecido, era um andarilho que vivia nas montanhas com seus dois irmãos; ele colhia flores e as dava aos turista em troca de roupas ou comida, ou qualquer outro objeto, o importante era a interação. Sua forma simples de conviver junto á natureza, e o apego ás montanhas onde vivia, fez de Juquinha uma figura extremamente popular e querida. 

Dizem as lendas que mamou na loba, que comia escorpiões, que já fora picado por mais de cem cobras e que tinha mais de cem anos… Seu Juquinha é a própria lenda da Serra do Cipó. É porém, um fato interessante que mais marcou suas histórias… Juquinha da Serra, morreu duas vezes! Encontrado uma noite por seu irmão deitado sem pulso ou batimentos cardíacos foi velado com tristeza, até que levantou-se do caixão, no meio do funeral, surpreendendo á todos.

Uma doença rara o acometia, a catalepsia, fazendo com que seu coração parasse de bater, parecendo morto, e algum tempo depois “retornando á vida”. Na época porém, desconhecidos da doença, Seu Juquinha virou lenda, e foi dito que era imortal, enviado dos Deuses e até mesmo um E.T. 

Ninguém sabe exatamente quando Seu Juquinha morreu de verdade, uns dizem que foi três dias depois do acontecido, outros, dizem que foram 30 dias. A idade certa nenhum parente sabe. De certo mesmo, é que morreu de novo, e a segunda vez foi de verdade. 

Morreu em 1983, e em 1987 os prefeitos de Alto do Pilar e Conceição do Mato Dentro pediram á artista plástica Virgina Ferreira, que desenvolvesse a estátua em homenagem ao bom Juquinha. A estátua foi construído em um platô localizada na parte alta da APA (área de proteção ambiental) que oferece uma vista privilegiada da Serra do Cipó, e está há 1KM da portaria da Capivara, onde é possível visitar a Cachoeira da Capivara, uma das maiores da região.” (Fonte: http://www.serradocipo.info/)

 

Parque Nacional da Serra do Cipó:o início dos anos 70 foi pleiteada a criação de um parque para proteger as belezas naturais da Serra do Cipó. Após estudos da flora e fauna e elaboração de um detalhado levantamento da área, em 1978 o parque estadual foi criado. Entretanto como o governo estadual não possuía recursos suficientes para promover as desapropriações, os conservacionistas mineiros com o apoio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência reivindicaram a transferência da área para o governo federal.

A partir daí o antigo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF) conseguiu adquirir amigavelmente dos proprietários mais de 40% das terras, sendo que no dia 25 de setembro de 1984 foi publicado o Decreto nº 90.223 criando o Parque Nacional da Serra do Cipó.”. (Fonte: http://www.serradocipo.com/)

Circuito Estrada Real:Estrada Real era o nome alusivo a qualquer via terrestre que, à época do Brasil Colônia, era percorrida no processo de povoamento e exploração econômica de seus recursos, em articulação com o mercado internacional. O Projeto Estrada Real foi formulado em 2001 pelo Instituto Estrada Real, sociedade civil, sem fins lucrativos, criada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) com a finalidade de valorizar o patrimônio histórico-cultural, estimular o turismo, a preservação e revitalização dos entornos das antigas Estradas Reais.”. (Fonte: www.wikipedia.com)

Santana do Riacho:Os primórdios do atual município de Santana do Riacho remontam ao período colonial brasileiro, quando chega à região um bandeirante, que parou para descansar próximo a um riacho (surgindo então o primeiro nome do lugar, Riacho Fundo). Ao explorar o local, o bandeirante entra em contato com a população indígena local, incluindo uma índia e uma pequena menina perdidas, a quem acolheu. A índia veio a falecer pouco tempo depois e a criança continuou a ser cuidada pelo bandeirante, sendo que quando crescida ambos tiveram vários filhos cujos descendentes deram procedimento ao povoamento da região. O nome recebido pelo município remonta ao riacho frequentado pelo bandeirante que estava a explorar o local e à padroeira municipal, Santa Ana.”. (Fonte: www.wikipedia.com)

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